quinta-feira, 5 de abril de 2012


PARA CORA RONAI. 


Li seu relato no FB e me emocionei. 
Não sei o que passa em sua vida e não a conheço intimamente, nem sei se podemos comparar nossas experiências, mas quero contar a minha experiência como forma de tornar - me sua amiga, se me permite. 
Quero dizer que, quando eu saí da mídia, muita gente que eu amava me abandonou e os que eu supunha colegas, sumiram. Doeu muito.  Poucos ficaram, mas ficaram e ficaram comigo. No ano passado quando fiz AMOR E REVOLUÇÃO, alguns tentaram voltar, mas como era no SBT, a maioria continuou me desdenhando e perguntavam se eu ia para a Globo.
Só que nada mais me dói hoje em dia, a cicatriz fechou com o beijo da compreensão, felicidade e o F--- - se que incorporei em meu dia a dia. Eu não preciso de quem me abandona, o que vem deles não atinge mais o meu paraíso interior. Sou eu e quem me ama e quem EU AMO que me importa. F--- - se o resto. Eu quero mais é ser feliz e ter pessoas boas ao meu lado, pois eu sei que sou uma boa pessoa, uma boa amiga, uma pessoa desinteressada, e quem me julga F----se. Nesse sentido o palavrão que uso torna - se um mantra positivo, uma forma de não entrar em contato com a mesquinharia de certos humanos doentes. 
Vivo pelo amor que sinto ao meu redor. Tenho uma filha maravilhosa, tenho amigos que ficaram e amigos novos. 
Ah, e tenho meus cachorros. 
E o Millor, o qual não tive o privilégio de conhecer pessoalmente, fez parte de minha vida como se fosse um amigo que me orientava com sua sabedoria. 
Beijos amiga Cora Ronai.
De sua nova amiga Nicole Puzzi.