segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

RESPOSTA CURTA E EDUCADA AO COLUNISTA DA REVISTA VEJA, SR. REINALDO AZEVEDO QUE SEMPRE ME CHAMA DE TROGLODITA E VÂNDALA.

A vândala e troglodita como o senhor me descreve, resolveu finalmente, aceitar sua provocação, mas invés de usar as mesmas armas do ódio e ferocidade e acostumada a conviver com animais, responde com a mesma mansidão de um vira lata qdo é resgatado por quem o ama. 
Vc, claro que se lembra, pode afirmar e reafirmar que não, já me conhece. SABEMOS DE NOSSO PASSADO, onde eu disse NÃO. MAS, não estou aqui para levantar coisas de qdo eu era jovem e o sr já era, vamos dizer... !intelectual de óculos. Eram óculos de aros mais redondos e lente muito grossas, não é mesmo?
Estou aqui para dizer que a Alemanha premiou a BASF, indústria farmacêutica. 

Como eu sei, há anos, que vc fala e lê inglês corretamente, assim sendo, não vai ser difícil se informar a respeito do porquê desse prêmio. O Link vai abaixo.
Consideração final: o sr pode continuar a favor de testes em animais, é o seu direito, mas pesquise, investigue e se informe melhor. Se foi ousado comigo há tantos anos, seja ousado agora e investigue o instituto Royal.
Um abraço de uma amiga do passado, vândala e troglodita atual, que jamais leu sua coluna, apenas aquelas duas, vc sabe quais. 

Se quis chamar minha atenção, conseguiu, mas minha resposta à sua opinião, continua sendo a mesma de qdo eu era uma menina belíssima (não sou mais e continuo feliz): NÃO. 
  

http://www.basf.com/group/corporate/site-ludwigshafen/en/news-and-media-relations/news-releases/P-13-540

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

MEDO DO INFINITO?


O HOMEM E O MEDO DO INFINITO 




Não há maior consolação para a mediocridade do que o fato de o gênio não ser imortal-- Goethe

Há pessoas que criticam tudo - assim, não enxergam os próprios defeitos.
Há gente que debocha de tudo - agindo assim, eles riem tolamente de seu vazio íntimo.
Há àqueles que se irritam com tudo - dessa forma, demonstram como se odeiam.

Há muitos infelizes, mal - amados, traumatizados, amedrontados, que preferem projetar seus próprios defeitos nos outros, como uma maneira de minimizar a prepotência de se sentir um semideus, sabendo que não passa apenas de um reles mortal.
A ideia de transitoriedade - todos morrem - deve arder na alma desses pretensos semideuses, donos daquilo que acham que é verdade.
Talvez, o fato de parecer que estamos sozinhos na imensidão das galáxias amedronte consciente e subconscientemente essas pessoas, que não querem aceitar a insignificância da vida diante dos Cosmos.
Talvez, muitos se achem abandonados pelo Universo.
Infelizmente, o fato é que o Universo é indiferente ao destino dos seres humanos. Todos nós poderíamos ser Einstein ou Hawking e decifra - lo, mas, mesmo se assim fosse, seríamos devorados por ele. Estamos inertes, mediocrizados diante do Infinito. E, até esse nosso pequeno sol, de quinta grandeza, continuará brilhando após a morte de quem amamos ou odiamos e brilhará após nossa morte - frieza do Sol e apatia do Universo. - E no último ocaso, ninguém irá aplaudir. A platéia do Sol de Ipanema já não existirá.
Muitos apegam - se, fanaticamente, a uma religião criada por eles mesmos, na vã tentativa de estancar o abismo interno, e, iniciam uma trajetória de guerra contra tudo e todos. Se eu morro, você morre. Se eu sofro, você sofre.
Medo, apenas medo de encarar a transitoriedade, a brevidade e o imenso e amedrontador Nada.
E, apesar desse medo infinito, nada poderá impedir a morte de todos os choros e sorrisos. 
Mas... 
O que é difícil compreender é que neste nosso ínfimo planeta, podemos encontrar alguns humanos que conseguiram superar a sua exiguidade, que veem felicidade verdadeira nesse Caos, inclusive, há muitos destemidos que amam de verdade.